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terça-feira, 18 de novembro de 2008

O Mago Black - Pantano e Praia

Agora ele acordara depois de algum tempo do desmaio, mas ainda não sabe onde esta. A paisagem é um pantano, algo completamente estranho. Black não estava acustumado com aquele tipo de vegetação, nem à aquele miasma, plantas estremamente umidas tentava morder toda vez que ele passa por perto delas. Uma delas quase consegue , mas pega uma de suas esferas, para o azar dela, que começa a se incendiar. Black ri sozinho, afinal a planta carnivora acabou de pegar uma esfera de fogo, a planta agora que esta com parte de sua mandibula derretida larga a esfera, Black a pega de volta, mas sem se queimar e coloca e volta em seu manto. Nesse momento lembra-se de Sarah, onde ela estaria?

Black tenta por seus pensamentos no lugar e volta a andar, talvez encontre alguma vila de Orcs ou Goblinóides por ali, ja que pantanos asquerosos eram os seus lugares prediletos para formar comunidades.
Depois de cerca de noventa minutos andando,ele consegue sair do pantano, e agora esta em uma praia.

Começou a varrer a praia com os olhos a procura de algum barco ou até mesmo algum pescador, mas só viu alguns pedaços de madeira do que pareceu ser um navio um dia. E isso foi a ultima coisa q conseguiu ver antes de ser acertado na cabeça e desmaiar.






continua...

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Alkloin - Prologo

Prologo

Inicio da Espada


Sabe...Aquela vida não era pra ele. "Pequena vila" na "Pequena Ilha". Ele dizia que o seu mundo era muito maior que isso, mas seu pai sempre lhe se repetia a mesma frase dizendo que ele tinha que arrajar um emprego para conseguir dinheiro.

Mas esse jovem garoto ficava se questionando. Será que a vida se resumia apenas em Dinheiro? Sera que isso era a resposta para a vida? Não pra ele. Aliás, parecia um eterno adverso, Onde todos ali tinham como guardião o Deus da Justiça e ele abençoado pelo Deus do Caos.

Queriam que se tornasse um mago, não apenas pelo status que tal profissão traria, mas também pelo dinheiro. Com certeza dinheiro era a ultima coisa que aquele jovem quiria no momento.
Ouro, Prata, Pedras Preciosas? Qual era o valor verdadeiro de tudo aquilo? Casas, Terras, empregados? Nunca foi materialista, só lhe importavam as emoções, só lhe importavam as experiências da vida.

Seu sonho era ser cavaleiro!Cavaleiro? Riam os outros. Verdade seja dita, o elfo magricela mal aguentava com seu próprio peso, quem dirá com uma espada...Mas depois do incidente com o monstro de pedra,( onde desferiu um soco tão forte que quebrou ao mesmo tempo, a pedra magicamente unida e alguns ossos de seu braço ) notaram que ele tinha a determinação, a principal qualidade para se tornar um cavaleiro, ou até mesmo um herói.

Nos meses seguintes a isso, treinava mesmo com o braço quebrado. E como obra do Caos que o guiava, escolheu a arma mais improvável para sua condição física, uma espada montante. A força sobre humana vinha de poções, o efeito colateral era a magreza, o que acabava servindo de vantagem contra desavisados que riam instantes antes de serem esmagados pela enorme espada que ele carregava.

Num dia ele se despedira e partiu em sua viagem. Atravessando o mar que protegia sua ilha, cruzaria o continente e ganharia a tão sonhada medalha do país dos cavaleiros, terra natal de seus ancestrais. E claro, em posse da medalha, traria a tão sonhada fortuna para seu pai. Talvez essa fosse a unica maneira do pai daquele garoto paresse de cobra-lo tanto.

Para tal, levou consigo coragem, perseverança, e habilidade com a espada.Ao longe se via o garoto no barco com uma pose confiante. Na praia, um misto de alegria e saudade adiantada o observava da areia.

Primeira parada: Capital

Fim do Prologo

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Os Quatro Elementos

O jovem monje estava ali parado durante três dias em sua ultima meditação, aquela q ira definilo como um mestre da arte da luta e do espiritualismo.

Seu mestre esta ali observando-o todo o tempo durante esses três dias. Mesmo sob sol quente e chuva forte, rajadas de vento e toda variação de clima ali existente.

Faltavam mais 12 horas para que seu ultimo desafio esteja terminado, e o joven Riun parece muito abatido.
Até que omeçou a se lembrar das palavras de seu sabio mestre...e a voz dele começava a ecoar em sua mente:

"Seja terra", disse o mestre. "A terra recebe os dejetos de homens e animais, e não é perturbada por isto; muito pelo contrário, transforma as impurezas em adubo, e fertiliza o campo."

"Seja água", disse o mestre. "A água limpa a si mesma, e limpa tudo aquilo que toca. Seja água em torrente."

"Seja fogo", disse o mestre. "O fogo faz a madeira podre transformar-se em luz e calor. Seja o fogo que queima e purifica."

"Seja vento", disse o mestre. "O vento espalha as sementes sobre a terra, faz o fogo arder com mais brilho, empurra as nuvens - para que a água caia sobre todos os homens."

"Se você tiver a paciência da terra, a pureza da água, a força do fogo, e a justiça do vento, você está livre."

(Pense e Reflita)

domingo, 26 de outubro de 2008

Capitão Skullock

- Rapido homens ! Vamos sair daqui ! Rapido

Varios marujos hasteavam as velas e mexiam em varias cordas, alguns colocam balas nos canhões enquanto outros gritavam "Atirar!"

- Vamos marujos, mais rapido ! Nós vamos morrer aqui !

Cada vez mais forte aquela tempestade, era noite e a unica coisa que o capitão Skullock era que iria morrer se continuasse ali.

- Homens! Atirar com todos os canhões na criatura !

Derrepente aquela criatura começa a emergir enormes tentaculos e destruir o navio inteiro, cada marujo se defendia como podia, mas sem nenhum exito...iam morrendo um a um, exeto o Cap. Skullock que desmaiou quando um dos mastros caiu sobre sua cabeça.

Agora a chuva ja parou, só se pode ouvir o som das aves ao longo da praia, e la esta o Cap. Skullock desarcodado e vivo, mas sozinho.

domingo, 19 de outubro de 2008

John Treva - Prologo

Prólogo:



Inicio na Magia



Uma das vilas mais temidas da região, a vila dos assassinos,temida pelos viajantes e e la hoje é dia de festa, pois o neto do líder da vila completara 8 anos. John Claw Treva, um garoto de cabelos escuros e olhos castanhos não parece muito feliz, afinal hoje alem do seu aniversario em que ele devera começar a estudar e aprender as técnicas de um assassino, ele não vê seu outro avô a dois anos. O grande mago Aurons Treva, que estava sumido há dois anos, o motivo ninguém sabia dizer ao certo, nem o pai de John, pois eles mal se falavam, já que o pai de John desistiu do caminho da magia quando se casou-se com Lidian, filha do chefe daquela vila.



Naquela vila era proibido qualquer tipo de magia, pois qualquer fagulha que arrebente uma corda, poderia ativas as dezenas de armadilhas ali escondidas para os invasores. Por esse motivo, o pai de John teve que deixar o caminho da magia de lado. Mas John não queria se tornar um assassino, ele ficava fascinado com os pequenos truques mágicos de seu avo, quando tinha apenas 5 anos, um pouco antes do seu repentino desaparecimento, Aurons fez alguns fogos de artifício para John comemorar seu quinto aniversario, depois desse dia ele nunca mais deu notcias.



Alguns diziam que Lauwer, o grande assassino chefe da vila, nunca gostou de Aurons e por isso o matou após aqueles fogos de artifícios, pois colocou em risco toda a vila, mas John nunca acreditou nisso, afinal seu avô Aurons era quase um deus menor da magia, outros diziam que Aurons voltaria para leva-lo a grande escola de magia na capital, isso com certeza faria John muito feliz já que ele tem o dom mágico em seu sangue, o legitimo sangue azul dos Treva.



As comemorações seguem a tona na vila, e já começa a anoitecer para a cerimônia que dara inicio a nova fase na vida de John, em que se tornara um assassino, todas as armadilhas foram retiradas para que possam ser acesas centenas de fogueiras espalhadas pela vila, nelas estaum simbolizadas as lanternas da vida e da morte, do caos e da ordem, do barulho e do silencio.



A cerimônia começa, com o grande sacerdote da vila pedindo aos deuses que protejam John de todo e qualquer mal, mas derrepente todos são surpreendidos por um grito ao longe, a cerimoria para e guardas vão averiguar, mais gritos dos guardas, assim o chefe da vila coloca todos em estado te defesa, parece que eles estão sendo atacados, mas quem? Quem estaria atavando aquela vila, logo a mais temida de todas? será que algum outro clã de assassinos estaria querendo destruir aquele lugar?



O céu estava limpo e a lua estava cheia e iluminada, mas derrrpente nuvens começaram a se formar deixando a cidade apenas com as luzes das fogueiras, não que isso fosse problema para os assassinos, que eram os mestres da penumbra, mas realmente ninguem conseguia ver o que acertava os guardas por todos os lados, parecia um ataque, mas não tinha a proporção de um. Começa a chover a todas as fogueiras se apagam, e a cada minuto centenas de guardas e assassinos da elite são derrubados por alguma coisa, ou melhor, alguma força.



Lawer esta em estado de choque, pois nunca viu sua elite de assassinos serem derrubados tão facilmente, em menos de 5 minutos, todas as defesas daquela vila estão no chão desacordadas, na praça principal onde acontecia a cerimônia estão acordados somente Lawer, Lidian, John e seu pai que começava a sorrir sem motivo aparente. As nuvens começam a se dissipar dando passagem apenas para a luz do luar iluminar a praça. Algumas silhueteas negras feitas de sombra e trevas começavam a aparecer quando se expunham a luz da lua, era algo que pareciam macacos de trevas, mas andavam como c fossem humanos sem rosto, dentre eles estava um homem com uma túnica negra como a noite mas que brilhava com a luz do luar, ele andava calmamente em direção a Lawer que tomou a frente, tentando proteger sua filha, seu genro e seu neto.



Na cabeça de Lawer ficava apenas uma duvida: Como?! Como alguém conseguiu se infiltrar naquele lugar, e estar ali parado cara a cara com ele?



Lawer era um pouco mais alto que o invasor, algo como cinco centímetros, o suficiente para que seus olhos não ficasse na mesma altura, e o capuz do manto do invasor dificultava que Lawer pudesse ver o rosto dele. Lawer começava a ficar nervoso, pois o invasor nem ao menos disse uma única palavra e estava ali em frente dele, como uma estatua e que aquele manto fosse como um lençol antes de uma estatua ser inaugurada. Lawer já suava de nervoso e acabou tirando o capuz do invasor, mesmo se morresse deveria pelo menos saber quem foi o assassino pois se fizesse um acordo com o senhor dos mortos e voltasse, se vingaria daquele ser.



A única coisa que Lawer viu fora os olhos invasor queimando como o fogo do inferno. Seria aquele o próprio senhor do motos que veio a sua busca? Lawer começou a recuar de medo, mas era um medo involuntário, suas pernas ao seu comando, fazendo o se afastar cada vez mais dele.



Um largo sorriso começou a surgir na face de John que até então era de apreensividade, parecia que os boatos eram falsos, quer dizer, o único boato verdadedeiro era que ele voltaria. Sim, o avô de John voltara como o prometido.



Os olhos de Aurons se apagara quando fixou-se em John, estava muito feliz pois parecia que John ainda não estava iniciado no mundo dos assassinos. Começou a andar em direção a John, passando por Lawer que estava paralisado, aquele efeito dos olhos em chamas, mexeu com o sistema nervoso de Lawer, uma magia simples que John achava fascinante, assim como todas ma magias que assistia seu avô conjurar. Aurons parou em frente a John que não conseguia dizer uma palavra, de tanta emoção, agora sim John conseguiria se tornar um mago, o pai de John já avia concordado, ele não queria a mesma vida para seu filho. Então Aurons fez risco no céu, e desse risco formou-se uma fenda que liberou um drgão do tamanho médio, os dois subiram nele e foram para o norte, para a cidade Capital.







Fim do Prólogo

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O Levantar de Belsavis

O universo: o de Star Wars. O período: entre os Episódios 3 e 4, na Era conhecida como a "ascenção do Império". “Os Jedi remanescentes debandaram pela galáxia, fugindo e desaparecendo, procurando exílio ou desistindo dos costumes da Ordem... Mas alguns resistiram.” Esta é a saga de dois jovens que sao consagrados Jedi em uma época em que os poucos jedi restantes jogem desesperados pela galaxia. O conto tambem revela a ascenção do Primeiro inimigo declarado do Império e os planos de Vingança de um rancoroso e poderoso mestre, há muitos anos traido e ASSASSINADO por seu aprendiz!


(Obs: isso nao é do livro tá, e esquilos não são jedis ^-^)


Agora disponivel em download:

terça-feira, 13 de maio de 2008

O Mago Black

Era de manhã bem cedo, a rua despertava, na primeira hora Black preparou suas formulas e equipamentos, como fazia todos os dias. Sentado na cama pensou se tudo que estava fazendo estava certo, com um sorriso na face se levantou e foi tomar um banho de rosas vermelhas. Depois do banho vestiu sua camiseta, calça e botas brancas. Sua capa era vermelha, presente de Sarah, tinha detalhes prateados: oito grandes runas na barra da capa, uma para cada esfera magica que ela era capaz de controlar. No centro havia mais onze runas prateadas que identificavam suas habilidades magicas, habilidades adquirida com os anos e com muito esforço e dedicação. Colocou seus brincos, hoje era um dia especial: dia do conselho das duas ordens da nova era. No braço esquerdo um bracelete na altura do bíceps, que identificava seu posto na ordem da alta feitiçaria de Solinari: cavalheiro dos magos de Solinari. No braço esquerdo estava um segundo bracelete, identificava sua casta perante os Ergoth: Pretor da casa dos magos brancos.Colocou cuidadosamente seu amuleto, uma jóia composta por varias pedras de cor rosada, que identificava seu ultimo e mais importante titulo, Cavaleiro Dragão Purpura.Colocou seus vários anéis e se olhou no espelho para ver o resultado final. Black era sem duvida nenhuma um dos homens mais bonitos de Ergoth. Estava lindo, cabelos presos num belo coque e duas grandes tranças. Ficou ali se contemplando, mas antes da primeira gota escorrer pelo rosto ele se levantou, pegou seu cetro prateado e saiu do quarto
....
Black olhou pela janela da torre, o sol dava sinal de cansaço, estava chegando a hora.
- Vai ficar tudo bem! - Disse Sarah pelas costas de Black
Ele se virou para ela e deu um grande sorriso
- Você é tão bonita.
- Solinari esta conosco. - Acrescentou Sarah - Vai dar tudo certo.
- Ainda me lembro do dia em que nos conhecemos - Sorriu novamente, parecia não ouvir o que ela dizia.
- Não fala assim! - reclamou a mulher - Não fala nesse tom de "fim"!!
- Floresta do Altobaixo - Parou pensativo - Não tem como esquecer - Sorriu.
- Para!!! - Ralhou com Black.
- Sarah - Disse calmamente - Vamos fazer, em breve, uma coisa perigosa e não vou gastar o meu tempo com planos que já fiz. - Olhou nos olhos da garota - Quero lembrar de coisas boas.Mas antes que ela pudesse responder uma enorme porta se abriu e um velho homem apareceu. Ele tinha o semblante preocupado.
"Entrem" Disse numa voz severa e entrou novamente na sala.
- Vamos Sarah - Black a segurou pelo braço - Chegou a hora!
Quando passaram pelo portão se deparam com um enorme salão mal iluminado. Haviam arquibancadas por todas as paredes do salão, repletas de cavaleiros e magos. Um cavaleiro imponente anunciou os dois quando chegaram no centro da sala.
- Senhor Poderius Black, Cavaleiro Dragão Purpura e Sarah Sélius, Rosa Branca de Solinari.
Todos se cumprimentaram e a reunião foi tranqüila. Enquanto os conselheiros discutiam o destino das ordens, Black ficava admirando Sarah, que fingia que não via, pois sabia que não poderia fazer isso por muito mais tempo.
...
Perto do alvorecer todos os membros das duas ordens esperavam, pelo sinal de Tiago Ninfador, na planícies do alto Ergoth.Um dos lideres do conselho dava as ultimas instruções para o grupo de Black.
- Teremos de ser rápidos. Todos os membros da ordem da rosa branca devem defender seus respectivos parceiros, com a vida se necessário. - Black sentiu Sarah engolir em seco. - Enquanto todos os membros da ordem dos cavalheiro dos magos de solinari devem atacar a rainha negra.De repente uma faixa luminosa cruzou o céu.
- Este é o sinal, esta na hora!
...
No salão negro da rainha negra houve uma batalha sangrenta. Black teve de usar todo o seu talento. Muitas magicas de proteção. Muitos raios, explosões e dispersões. Black ainda não atacou a rainha, estava muito maior do que no seu ultimo encontro com ela. Sarah lutava bravamente para manter os cavaleiros mortos longe de Black. Muitos morreram. Mas apenas depois de um minuto Black fez alguma coisa de interessante. O rabo da rainha negra atirou Sarah longe. Black vôo e acertou a face da dragonesa duas vezes. Uma das vezes não surtiu efeito, sua escama era velha e poderosa demais. Ela golpeou varias vezes Black, mas ele consegui ativar sua esfera protetora a tempo. Ele sorriu para ela. Em fúria a Dragonesa destruiu a esfera com sua magica. Black sabia que ao fazer isso ela iria abrir sua guarda. Mais duas magicas. Black sentiu o cheiro fétido de pele de dragão queimando. A pata dianteira da rainha prendeu Black no chão. Ele sente seus osso rangerem. Ela é forte demais para que ele possa escapar. Uma espada ensangüentada faz um corte fundo na pata da rainha. A espada de Sarah brilhava fortemente. Enquanto a rainha grita de dor e Sarah dá um segundo golpe. A espada brilha novamente. Black se liberta. A rainha sopra sua nuvem acida nos dois. Black protege Sarah com uma muralha espectral. A rainha é atacada por outros membros. Black sorri para Sarah e se recompõe. Sarah estava muito ferida. A rainha emite um novo rugido. Golpeia o teto com tanta força que o castelo se desmancha como se feito por areia. Black protege Sarah novamente. Muitos não tiveram a mesma sorte. A rainha continua forte. Black pede para Sarah recuar. Ela não o escuta. Então Black recua. Mais membros tombam. Sarah luta contra um grupo de cavaleiros mortos. Black parte para cima da Rainha. Depois da terceira magica, Black sente a fadiga chegando. O líder do conselho dispara um raio da morte na rainha, ela desfia o raio. O raio vai em direção a Sarah. Black se teleporta. Protege Sarah contra a magia revertendo-a. A rainha reverte a magica novamente. Quando uma magia é reveritda ela cria uma dobra dimensional.A dobra dimensional criada suga a rainha negra, Black e o lider do conselho. Black sente seu corpo queimar. Muitas de suas proteções são ativadas. O vortex o expulsa. Ele sente seu corpo fumegar. Mas ele não esta mais em Eregoth.
Esta sozinho. Olhou para a paisagem morta. Parecia um pantano. Vegetação esteril. Onde estaria? Estava cansado demais...e a dragonesa escapou mais uma vez! Onde estava Sarah foi a ultima coisa que pensou quando adormeceu pela fadiga da luta...
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